Alguns podem dizer que é por causa da diferença de idade entre mim e meus colegas de faculdade. Outros, que sou mal amada. Os demais diriam que eu não sei apreciar as coisas boas da vida (me dê um rapaz cheiroso, uma comida delícia, uma música boa..... e daí vc vai ver como eu sei apreciar tudo isso).
O fato é que eu NÃO consigo achar graça em piadas. Assim, essas genéricas. Eu tenho um determinado professor na faculdade que é amado por vários veteranos. Não sei se por influência deles, alguns alunos da minha turma tendem a rir de tudo que ele fala.
Já eu fico wondering o que estou fazendo ali, ouvindo aqueles absurdos, doida pra ir pra casa.
Eu sempre fui assim. Na segunda série primária, meu apelido era "vovozinha", de tanto que eu reclamava de tudo. Não me lembro de não ter sido ranzinza em algum momento da minha vida.
Como disse acima, algumas teorias poderiam ser levantadas para justificar o fato de eu não correr atrás do trio, rir como todo mundo faz, etc. Eu tenho uma: nasci com um cérebro em perfeito estado de funcionamento, o que me faz ter "loção" e discernimento.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
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2 comentários:
Bênhe...relaxa e goza.
Para de reclamar e sei lá,o q tem mesmo p fazer em São Paulo,q não envolva Oscar Freire,baladas ou Oscar Freire?
Beijinhos...Neto.
Eu não tenho cacife pra Oscar Freire, e acho a "balada" aqui bem estranha. Um dia eu acostumo.
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